quinta-feira, 28 de outubro de 2010



Me perco em reconstruções, te invento só para mim, para o meu mundo.
Vou te encontrar, faz tempo que não nos vemos, te vejo e concluo, já não sinto aquele sentimento, não sinto nem gosto dos teus beijos, são insignificantes, já percebi, já notei, você é meu costume, um vício que perambula no meu corpo, percorrendo minhas veias, te sinto tão ligado a minha vida, mas não confunda, estão ligação não precisa ser, necessariamente, amor, não mais, é costume mesmo! Perceba, enxergue!

Não dá pra controlar algo assim, não tem sentido existir isto dentro de mim. Ei, vamos parar de rabiscar meu coração, errar e passar uma borracha qualquer.
Me torci, me refiz, me inventei, mudei e nada foi o bastante para você me amar incondinalmente. Você ainda não esta aqui por inteiro.
De ótimo a péssimo, é assim, uma montanha russa, totalmente descontrolado este nosso amor.  

Preciso renovar, me apoiar, esquecer.
Me dá um tempo, necessito de ar. Necessito de amor próprio, necessito de ego.
Me dá auto-controle por favor?
Orgulho cadê você?